terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Avaliação Final da Disciplina

 E chega o final do semestre... hora de parar, pensar e avaliar sobre tudo o que foi feito.


Como foi para mim a disciplina de EaD neste semestre? 

1 - O que eu mudaria na disciplina?
Não mudaria nada. No início, achei que todos os encontros seriam presenciais, mas hoje sei que foram necessários para que todas as colegas se apropriassem da dinâmica das aulas.

2 - O que eu deixaria igual na disciplina?
A facilidade de comunicação com a professora, as atividades coerentes com a nossa prática e a flexibilidade de tempo para cumprir as tarefas.

3 - O que a disciplina de EaD mudou no meu modo de pensar, educar, planejar e outros ?
Estou mais atenta às possibilidades do laboratório de informática e ao uso de redes sociais e jogos online para os alunos.

4 - Em relação ao uso de tecnologias na minha vida pessoal, a disciplina de EaD foi para mim uma nova forma de estudar e interagir com a professora e as colegas, de forma dinâmica e divertida.

5 -  Em relação ao uso de tecnologias na minha vida profissional, a disciplina de EaD foi para mim extremamente útil, já que tivemos muitas sugestões de jogos e leituras interessantes sobre o assunto.

6 - Quanto ao conteúdo desenvolvido na disciplina, eu penso que foi muito pertinente à nossa prática pedagógica cotidiana.

Como foi a professora de EaD neste semestre?

7 - Quanto a ser acessível para ouvir as alunas e disponível para auxiliá-las a professora foi impecável. No meu caso, mesmo nos horários inusitados em que realizo as atividades. Toda a turma sentiu-se acolhida e amparada durante todo o semestre.

8 - Eu pediria para a professora mudar para outras disciplinas do curso. Adoraria ser sua aluna novamente!

9 - Eu pediria para a professora continuar com o bom humor, a disponibilidade e a clareza na exposição dos conteúdos e tarefas.

10 - Se eu fosse a professora de EaD eu tentaria fazer um trabalho parecido.

Como eu atuei na disciplina de EaD neste semestre?

11 - Quanto aos textos oferecidos na disciplina eu li todos e achei muito úteis, inclusive para o embasamento de projetos na escola.

12 - Quanto as atividades oferecidas na disciplina eu consegui realizar todas, ainda que tenha atrasado algumas.

13 - Quanto a minha dedicação à disciplina eu penso que consegui um bom aproveitamento. Os eventuais atrasos na execução das tarefas ocorreram pela sobrecarga de disciplinas e de trabalho na escola. Mas assim que possível, concluía as atividades.

14 - Quanto às minhas postagens no pbworks eu fiquei bastante satisfeita.

15 - Quanto às minhas postagens no blog eu penso que poderia ter feito mais e melhor, mas foi o que consegui. Aliás, pretendo criar um blog para as turmas de 1° ano de minha escola em 2015 (inspirada na disciplina).

16 - Se eu estivesse em 2014/01 fazendo a escolha das disciplinas novamente, quanto a escolher a disciplina de EaD eu escolheria novamente com muita satisfação, pois acrescentou muitas possibilidades em meu trabalho.
 

                                       Até a próxima!

 


terça-feira, 21 de outubro de 2014

10° Encontro

Avaliação da Disciplina: como eu era antes da disciplina e como sou agora?

Antes de começar esta disciplina, eu já gostava bastante de interagir em redes sociais e aproveitar a série de oportunidades de aprendizagem que a internet oferece. Entretanto, não tinha muito conhecimento sobre os objetos digitais, principalmente na área da matemática. Sempre busquei mais opções no campo da alfabetização. Sendo assim, estou muito satisfeita com as novas ferramentas de trabalho que se descortinam à minha frente. Creio que todas elas serão muito úteis para enriquecer a minha prática pedagógica daqui para frente.




quarta-feira, 24 de setembro de 2014

8º Encontro
Análise de Extrato de Texto

Nosso ponto de partida é a inadequação da maioria das práticas presenciais para a educação nos ambientes virtuais, onde a separação física cria novas dificuldades na relação professor-aluno e aluno-aluno e, ao mesmo tempo, abre novas possibilidades, dantes nem sequer imaginadas. Programas e estratégias educacionais pensados como ferramentas didáticas sem sustentação em teorias curriculares interdisciplinares tem diminuta repercussão na formação dos professores e consequentemente na alteração das práticas escolares. O efeito mais comum das ferramentas didáticas sem o aporte teórico é o seu uso como receita ou como mais uma novidade, logo adiante descartável.
Neste capítulo realizamos uma incursão pedagógica em busca de estratégias que sustentem a necessidade de um novo paradigma pedagógico há muito tempo advogado por Paulo Freire e sintetizado na Pedagogia da autonomia (Freire, 1999). Mas esta pedagogia se realiza no seu encontro com outro autor, Jean Piaget. Ambos são importantes para desenvolver a proposição de uma pedagogia da incerteza, caracterizada em detalhe na seção seguinte. 
...
Partimos do pressuposto que o conhecimento não está assentado nas certezas, como propõe a ciência mecanicista, mas sim nasce do movimento, da dúvida, da incerteza, da necessidade da busca de novas alternativas, do debate, da troca. A aprendizagem em rede, não poderá prescindir de ações que possam traduzir as ideias (teorias) em práticas. Ela necessita de expressão em práticas pedagógicas, como a proposta de educação que chamaremos de Pedagogia da Incerteza. Tomando por base as ideias construtivistas de Piaget e a Pedagogia da pergunta de Freire, educar para incerteza implicará em:
Educar para a busca de soluções de problemas reais - o uso da tecnologia deve preparar o próprio professor para viver a experiência de mudanças no ensino que ele irá proporcionar aos seus alunos. O que pretendemos será, então, pensar uma formação a distância, mediada pelas tecnologias, que nos permita discutir e solucionar problemas que tenham significado para os sujeitos, que os aproximem da realidade. A incerteza, as contradições, a indeterminação não são resíduos a serem eliminados, mas elementos constituintes do processo (Schön, 2000).
Educar para transformar informações em conhecimento - se conhecer implica em interpretar, relacionar e comparar informações, não será suficiente oferecer aos sujeitos um ambiente rico em informações, mas sim proporcionar situações que privilegiem a busca de informações e interações significativas para a construção de conhecimento articulado, capaz de romper com os limites disciplinares.
Educar para a autoria, a expressão, a interlocução - as atividades de autoria e expressão, definidas pelo próprio sujeito, permitem que esse possa construir e reinventar seus projetos para receber e para responder a desafios, para manifestar seu mundo interior. Nesse sentido, a interlocução entre sujeitos-autores, reconstrói constantemente os ambientes de aprendizagem, pois sua própria essência está na ideia de transformação.
Educar para a investigação - se o conhecimento pode ser compreendido, conforme Piaget (1985a) como um processo de criação de novidades de descobertas e invenções, uma educação para a incerteza deverá apoiar a atitude investigativa, permitindo que os sujeitos realizem experimentações, simulações em busca de soluções para questões significativas do ponto de vista do sujeito. Essas experimentações, contudo, implicam em interjogo dos recursos internos do sujeito (recursos esses tanto afetivos quanto cognitivos, estéticos, éticos, etc.) com os obejtos do ambiente, com os materiais disponíveis, com as interações com outros sujeitos, etc.
....
Educar para a autonomia e a cooperação - a autonomia intelectual implica na palavra ou ação própria, liberando o pensamento do que a tradição ou as ideologias procuram impor. Na educação para a autonomia e a cooperação, as situações de aprendizagem buscarão ativar a discussão de pontos de vista divergentes, em detrimento da pura repetição de ideias e crenças, porém auto-subordinados às regras do respeito mútuo e da cooperação.

Para fazer frente ao desafio de educar para a incerteza, a inovação pedagógica se impõe diante de novas demandas sociais, como é o caso da Educação a Distância. Para tanto, propomos a ideia de arquiteturas pedagógicas.
Arquiteturas Pedagógicas - pressupostos
Arquiteturas pedagógicas são, antes de tudo, estruturas de aprendizagem realizadas a partir da confluência de diferentes componentes:
  • abordagem pedagógica;
  • software educacional;
  • internet;
  • inteligência artificial;
  • Educação a Distância;
  • concepção de tempo e de espaço.
O caráter dessas arquiteturas pedagógicas é pensar a aprendizagem como um trabalho artesanal, construído na vivência de experiências e na demanda de ação, interação e meta-reflexão do sujeito sobre os fatos, os objetos e o meio ambiente socioecológico (Kerckhove, 2003). Seus pressupostos curriculares compreendem pedagogias abertas capazes de acolher didáticas flexíveis, maleáveis, adaptáveis a diferentes enfoques temáticos. 
Alteram-se as perspectivas de tempo e espaço para a aprendizagem, porque o conhecimento tem como ponto de partida arquiteturas plásticas. Essas se moldam aos ritmos impostos pelo sujeito que aprende, bem como desterritorializam o conhecimento da sala de aula e da escola como locus de aprendizagem exclusivo e propõem fontes diversas advindas da internet, dos textos, dos pensadores, das comunidades locais e virtuais. 

O texto é muito interessante, principalmente no que se refere ao papel do professor. No contexto escolar, é possível ver muitos professores resistindo ao contato com a tecnologia.
Já tinha visto algumas notícias sobre este assunto -  Aquiaquiaqui.




segunda-feira, 22 de setembro de 2014

7º encontro

Avaliação do 7º Encontro
Jogos de Estratégia

   Jogo escolhido: Bloc - link aqui


     3a) Eu já conhecia jogos de estratégia?
 Sim, eu já conhecia jogos de estratégia, gosto de jogar quando tenho um tempinho livre.


     3b) Eu acho importante e usaria com meus alunos? Por quê?
Acho muito importante e utilizaria com meus alunos,  pois desenvolve o raciocínio e a atenção de um modo geral, além de ampliar o tempo de concentração em uma atividade diferente.

     3c) Foi difícil descrever minha estratégia para jogar? Por quê? 
Foi muito difícil descrever uma estratégia, pois a nossa  reação natural é tentar de diversas formas atingir o objetivo, sem racionalizar muito. Utilizamos o método de tentativa e erro. Contudo, chega um momento em que começamos a tirar nossas conclusões de estratégia depois de ver a repetição de um certo padrão de jogadas que dão certo.


6º encontro

Avaliação do 6º Encontro

Até o momento, as aulas têm sido muito elucidativas e prazerosas. É bom interagir com as colegas de outras maneiras e, sobretudo, trocar ideias sobre nossas práticas e nossas convicções. A professora tem se mantido acessível em todos os momentos. As atividades são práticas e diferentes, o que favorece nosso aprendizado.